Segurança da Informação

Vivemos na chamada Era da Informação, onde as informações são produzidas cada vez mais rápido e em números ainda maiores, exigindo assim maior atenção para com a segurança das informações pessoais e sigilosas. Para manter essas informações seguras o meio mais comum é a utilização de códigos secretos e senhas. Como o ser humano possui suas limitações cognitivas, acaba por escolher códigos e senhas mais fáceis às mais seguras, ou ainda, escolher uma única senha para vários sistemas diferentes, pondo em risco as suas informações.

Os hackers se utilizam dessas limitações humanas para burlar os sistemas e beneficiar-se com as informações pessoais buscando tirar proveito financeiramente, ou simplesmente invadir informações confidenciais a fim de causar constrangimento. Para evitar essas invasões freqüentes é preciso evitar a repetição da mesma senha para vários sistemas, além de escolher senhas mais complexas, e portanto mais seguras, contendo letras, números e símbolos.

Mas uma senha segura no mundo tecnológico exige uma memorização que vai além da que a capacidade cognitiva humana possui. Levando em consideração esta discrepância, entre mundo humano e mundo tecnológico, qual a melhor solução para manter seguras as informações sigilosas?

Uma aula sobre ontologias…

Vista na teoria, Ontologia(s) é resumidamente um novo modelo de representação do conhecimento na Web, uma nova forma de classificação. Mas ontem eu tive uma aula prática sobre ontologias e vi que é bem mais que isso.

Pra começar, ela não surgiu do nada, sozinha. Ela vem agregada de conceitos, propriedades, axiomas, instâncias e regras. Parece complexo né? No início também achei, mas depois as idéias foram clareando.

A verdade é que o uso de ontologias acaba sendo até mais fácil que a classificação hierárquica tradicional, pois nesta última é preciso repetir o mesmo termo várias vezes e várias vezes relacioná-lo a outros. Na classificação por ontologias não, basta acrescentar cada termo uma única vez e a partir deste fazer as relações desejadas, ah e podem ser feitas infinitas relações em um espaço de tempo bem menor.

Como iniciei meu estudo prático sobre ontologia agora, a única coisa que posso afirmar é que essa nova forma de representar o conhecimento é sobretudo instigante, e para os amantes da Web Semântica é um prato cheio.