Voltando…

Olha ai gente, fui brincar com coisa séria, deu pau no PC, mas tem problema não, já tô de volta e com post novo.

Na última quarta-feira, 18 de março, houve uma palestra, na verdade uma mesa redonda sobre Tecnologias da Informação e Biblioteconomia. A mesa redonda aconteceu nas dependências da UFC – Universidade Federal do Ceará, mais precisamente, no auditório da ADUFC – Associação dos Docentes da UFC.

Na ocasião estavam presentes alunos e professores do curso de Biblioteconomia. A mesa estava composta por Gustavo Henn – mestrando em Ciência da Informação pela UFPB, bibliotecário pela UFPE e escritor do livro “Biblioteconomia para concursos”, Geisa – professora do curso de Biblioteconomia da UFPB e Cauê Araújo – aluno do curso de Biblioteconomia pela UFC.

Recebi o convite para integrar a mesa juntamente com os nomes supracitados, mas tive uma reunião (a qual não poderia faltar) pouco antes  do evento e só pude chegar ao auditório no momento exato de seu início.

Os integrantes da mesa abordaram assuntos como a utilização de serviços digitais e colaborativos em bibliotecas – como blogs, comunidades virtuais, dentre outros; relataram a experiência de Moreno Barros com o uso do Twitter na Universidade Federal do Rio de Janeiro; a implantação de um wiki em uma disciplina do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará; a polêmica sobre o fim do livro, os possíveis rumos da biblioteconomia e dos bibliotecários com a massificação do uso das tecnologias.

O evento foi bem proveitoso, contou com intervenções da platéia e possibilitou uma discussão bem positiva, sobretudo acerca dos rumos da Biblioteconomia.

Tudo indica que outros eventos como este virão em breve. Assim espero.

Ah, da próxima vez farei o possível para integrar a mesa.

Tecnologia de novo?!!

Depois de um longo tempo sem internet, cá estou eu de volta…

Semana passada, mas exatamente na segunda-feira (19 de janeiro), eu e mais 39 pessoas saímos de viagem.

O destino: Recife!!!

O objetivo: vários, afinal 40 pessoas, 40 ideais, 40 formas de pensar e ver o mundo!!!

A maioria tinha algo em comum, são ou foram estudantes de biblioteconomia!!!

É, mais um encontro de estudantes. Mais um EREBD.

Para alguns, apenas uma viagem para rever os amigos. Para outros, uma oportunidade de discutir assuntos relacionados à biblioteconomia. Para outros, oportunidade de conhecer uma cidade nova.

Para alguns, tudo isso e mais um pouco.

Para mim, além de tudo isso, pude subir mais um degrau…

É, este EREBD vai ficar pra história, pelo menos na minha, é que nesse eu tive a oportunidade de ministrar meu primeiro minicurso (como disse o Pietro – Presidente da comissão organizadora do encontro – “o primeiro de muitos”, assim espero).

Antes da viagem, parabéns, abraços e a pergunta que não podia faltar

“É curso de que mesmo??? Alguma coisa com tecnologia né???”

A resposta não poderia ser outra, afinal, é a área com a qual mais me identifico, é o que leio e estudo, o minicurso foi sim relacionado à tecnologia, e, para minha surpresa, chegando lá, havia bem mais gente do que eu esperava.

Foi uma experiência única, muito boa mesmo, tinha gente de vários estados, todos atentos às minhas palavras e de olho nas imagens da apresentação que preparei com todo o zelo possível.

Durante o mini-curso, discutimos temas como a inserção das tecnologias da informação na biblioteconomia e nas bibliotecas; o papel do profissional da informação em meio às transformações ocasionadas pelo uso das tecnologias; a cultura do compartilhamento a da transferência de dados; a hipertextualidade e hipermodalidade dos documentos em meio eletrônico; a importância da internet na sociedade atual; os desafios enfrentados pela sociedade por conta da “invasão” tecnológica; além de vários exemplos práticos que foram utilizados no decorrer do curso.

Ao final do curso, e ao final de mais um EREBD, só posso dizer que a experiência foi muito proveitosa. Obrigada a todos que participaram do curso, espero ter contribuído de alguma maneira com a formação de vocês.

Até o próximo minicurso!!!

E até o próximo EREBD!!!

A quem interessar, segue a apresentação: http://www.slideshare.net/Airtiane/as-tecnologias-da-informao-e-a-integrao-sciocultural-o-papel-do-profissional-da-informao-frente-a-ciberculturalidade-presentation

Blogs: uma ferramenta de disseminação da informação

Como prometi no último post, ai vai um post sobre Blogs…

Esta semana tive uma experiência muito positiva, estava em uma atividade de monitoria, com os alunos da disciplina de Informática Aplicada à Biblioteconomia e Ciência da Informação. Foi o que se pode chamar de uma aula prática. Criamos um Blog, explorando as ferramentas do WordPress. A idéia é que os alunos percebam os Blogs como um meio de disseminação de informações. A aula foi muito proveitosa, os alunos criaram seus Blogs, todos com informações relacionadas às áreas de Biblioteconomia e Ciência da informação.

O mais interessante é ver a criatividade dos alunos. Muitos criaram bibliotecas fictícias e se utilizaram do Blog para divulgar seus serviços.

Muitos podem pensar que os Blogs são apenas diários eletrônicos, onde as pessoas contam seus relatos e experiências afetivas. Mas os Blogs são mais que isso, e atualmente vem ganhando maior visibilidade, sobretudo na classe acadêmica, que, através dos Blogs, trocam informações sobre os mais diversos assuntos.

Como bibliotecário tem mania de dizer que trabalha onde tem informação, taí um “novo” campo de atuação para a classe biblioteconômica.

Uma aula sobre ontologias…

Vista na teoria, Ontologia(s) é resumidamente um novo modelo de representação do conhecimento na Web, uma nova forma de classificação. Mas ontem eu tive uma aula prática sobre ontologias e vi que é bem mais que isso.

Pra começar, ela não surgiu do nada, sozinha. Ela vem agregada de conceitos, propriedades, axiomas, instâncias e regras. Parece complexo né? No início também achei, mas depois as idéias foram clareando.

A verdade é que o uso de ontologias acaba sendo até mais fácil que a classificação hierárquica tradicional, pois nesta última é preciso repetir o mesmo termo várias vezes e várias vezes relacioná-lo a outros. Na classificação por ontologias não, basta acrescentar cada termo uma única vez e a partir deste fazer as relações desejadas, ah e podem ser feitas infinitas relações em um espaço de tempo bem menor.

Como iniciei meu estudo prático sobre ontologia agora, a única coisa que posso afirmar é que essa nova forma de representar o conhecimento é sobretudo instigante, e para os amantes da Web Semântica é um prato cheio.

Tecnologias da Informação

No último dia 17 de março foi realizada no Departamento de Ciências da Informação (DCI) da Universidade Federal do Ceará (UFC) a seleção para o Programa de Iniciação à Docência, também conhecido como monitoria. A seleção foi para preencher vagas em quatro áreas: Fundamentação Teórica em Biblioteconomia e Ciências da Informação, Análise e Tratamento da Informação, Iniciação à Pesquisa e Tecnologia da Informação, sendo esta última a área para qual me inscrevi.

Após analisar o conteúdo programático sugerido e selecionar o material que seria utilizado, li algumas coisas bem interessantes sobre os temas e assuntos da área. Dentre os assuntos estudados posso citar o uso de ontologias na classificação do conhecimento, o formato Dublin Core que utiliza metadados para a descrição de objetos na Web, a importância da Internet e do WWW na disseminação da informação, a questão dos direitos autorais (Copyrigt X Copyleft) com a disponibilização de documentos no meio eletrônico, a (in)segurança na rede, a Web Semântica e seu novo formato de atribuir sentido aos conteúdos disponíveis na Internet, e a formação das Redes Sociais.

Temas como estes, assim como outros estudados que não citei, estão cada vez mais sendo discutidos e abordados dentro e fora de sala de aula, isso se dá pelo fato de as tecnologias da informação (há quem queira e prefira chamá-las de novas, mas devido à sua temporalidade prefiro deixar o “novas” de lado) estarem cada dia mais presentes e se fazerem cada vez mais necessárias.

Como o mar de informações em que nos banhamos se aproxima a cada segundo da areia, cabe a nós (não só profissionais da informação, mas principalmente estes) conhecer estas ferramentas para a partir daí mergulhar sem medo de se afogar.