Twitter

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Em tempos de Twitter todo mundo se pergunta o que é e o que faz essa nova ferramenta da web.

Foi na tentativa de responder esta e outras várias perguntas sobre o tão falado Twitter, que Juliano Spyer resolveu escrever o livro “Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)”.

O livro já está disponível para download, acabei de baixar o meu e pelo que pude ver é bem interessante para quem quer entender a twitosfera.

Aos interessados em conhecer e entender o twitter, fica a dica.

Boa leitura!!!

VI Semana de Humanidades UFC/UECE

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Na próxima segunda-feira, 27 de abril, terá início a VI Semana de Humanidades da UFC e a VI Semana de Humanidades da UECE, com a temática “Memória e devir”. O evento acontecerá na UFC – Campus Benfica –, na UECE – Campus Fátima – e na Pracinha da Gentilândia.

A programação científica acontecerá nos campus das duas universidades, enquanto que a programação artística e cultural será dividida entre as dependências das universidades e a Pracinha da Gentilândia.

Durante toda a semana serão realizadas palestras, conferências, comunicações orais, mesas redondas, minicursos, oficinas, exposições, exibições de filmes, apresentações de painéis, além de uma variedade de atividades artístico-culturais.

Na ocasião, apresentarei um artigo intitulado “Classificação: da filosofia à folksonomia”, onde abordo, dentre outros aspectos, um pouco da história da classificação, desde as primeiras marcas deixadas pelos estudos filosóficos até a classificação baseada na filosofia colaborativa; enfatizo a classificação colaborativa, emergente da filosofia da coletividade, conhecida como folksonomia, mostrando exemplos práticos e novas possibilidades de interação com os sistemas e serviços.

Além da apresentação do artigo, também ministrarei um curso sobre “A Internet e seus impactos sócio-culturais: a importância da informação em rede”. O curso terá duração de 6 horas, nas quais serão discutidos assuntos como a acessibilidade às informações disponíveis na rede, a confiabilidade e a segurança das informações em rede, a interação proporcionada pela internet, a dimensão das comunidades virtuais e das demais redes sociais, a linguagem emergente da rede, e finalizarei dando destaque aos desafios desta nova sociedade, a qual Castells chama de Sociedade em rede.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do evento:

http://www.ch.ufc.br/

Confira a programação completa e faça suas escolhas:

http://www.ch.ufc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=46:programacao-da-semana-de-humanidades&catid=15:semana-de-humanidades&Itemid=15

Bom evento!!!

Solução para o caos?

Em tempos onde a produção de informações cresce a cada instante, e cada vez em proporções maiores, é comum a sensação de estar desinformado.

Com a crescente produção de informações e com a rápida disponibilização destas na internet, é cada vez mais comum a sensação de que não estamos acompanhando o que acontece.

Esta sensação se estende em âmbito local (informações sobre o bairro, a cidade, o estado, etc.) e em âmbito mundial (informações relacionadas à economia, à política, à educação, ao meio ambiente e aos demais espaços mundias.).

Como não é possível acompanhar tudo que é produzido em termos de informação, é necessário buscar apenas as informações mais relevantes.

Como fazer isso?

Bem, são várias as possibilidades para manter-se informado e não entrar em desespero.

Twittando pela rede, encontrei uma dica interessante no Twitter do Tas (Jornalista e Comunicador de Tv).

Confira a dica: http://tinyurl.com/coaq3a

Dica da semana

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Semana passada foi lançado o e-book “Para entender a internet: noções, práticas e desafios da comunicação em rede”.

O livro foi organizado pelo blogueiro Juliano Spyer e escrito de forma colaborativa por cerca de 38 pessoas diferentes, dentre as quais tiveram participação Alex Primo, Ronaldo Lemos e Sérgio Amadeu.

“Para entender a internet: noções, práticas e desafios da comunicação em rede” trata de assuntos como direitos autorais, p2p, inclusão digital, projeto de lei de controle da web, interatividade e vários outros.

A obra está licenciada pelo Creative Commons e está disponível gratuitamente para download nos seguintes endereços:

http://stoa.usp.br/oerworkshop/files/1333/7925/Para+entender+a+Internet.pdf

http://www.next.icict.fiocruz.br/arquivos/Para+entender+a+Internet.pdf

Boa leitua!!!

Voltando…

Olha ai gente, fui brincar com coisa séria, deu pau no PC, mas tem problema não, já tô de volta e com post novo.

Na última quarta-feira, 18 de março, houve uma palestra, na verdade uma mesa redonda sobre Tecnologias da Informação e Biblioteconomia. A mesa redonda aconteceu nas dependências da UFC – Universidade Federal do Ceará, mais precisamente, no auditório da ADUFC – Associação dos Docentes da UFC.

Na ocasião estavam presentes alunos e professores do curso de Biblioteconomia. A mesa estava composta por Gustavo Henn – mestrando em Ciência da Informação pela UFPB, bibliotecário pela UFPE e escritor do livro “Biblioteconomia para concursos”, Geisa – professora do curso de Biblioteconomia da UFPB e Cauê Araújo – aluno do curso de Biblioteconomia pela UFC.

Recebi o convite para integrar a mesa juntamente com os nomes supracitados, mas tive uma reunião (a qual não poderia faltar) pouco antes  do evento e só pude chegar ao auditório no momento exato de seu início.

Os integrantes da mesa abordaram assuntos como a utilização de serviços digitais e colaborativos em bibliotecas – como blogs, comunidades virtuais, dentre outros; relataram a experiência de Moreno Barros com o uso do Twitter na Universidade Federal do Rio de Janeiro; a implantação de um wiki em uma disciplina do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará; a polêmica sobre o fim do livro, os possíveis rumos da biblioteconomia e dos bibliotecários com a massificação do uso das tecnologias.

O evento foi bem proveitoso, contou com intervenções da platéia e possibilitou uma discussão bem positiva, sobretudo acerca dos rumos da Biblioteconomia.

Tudo indica que outros eventos como este virão em breve. Assim espero.

Ah, da próxima vez farei o possível para integrar a mesa.

Tecnologia de novo?!!

Depois de um longo tempo sem internet, cá estou eu de volta…

Semana passada, mas exatamente na segunda-feira (19 de janeiro), eu e mais 39 pessoas saímos de viagem.

O destino: Recife!!!

O objetivo: vários, afinal 40 pessoas, 40 ideais, 40 formas de pensar e ver o mundo!!!

A maioria tinha algo em comum, são ou foram estudantes de biblioteconomia!!!

É, mais um encontro de estudantes. Mais um EREBD.

Para alguns, apenas uma viagem para rever os amigos. Para outros, uma oportunidade de discutir assuntos relacionados à biblioteconomia. Para outros, oportunidade de conhecer uma cidade nova.

Para alguns, tudo isso e mais um pouco.

Para mim, além de tudo isso, pude subir mais um degrau…

É, este EREBD vai ficar pra história, pelo menos na minha, é que nesse eu tive a oportunidade de ministrar meu primeiro minicurso (como disse o Pietro – Presidente da comissão organizadora do encontro – “o primeiro de muitos”, assim espero).

Antes da viagem, parabéns, abraços e a pergunta que não podia faltar

“É curso de que mesmo??? Alguma coisa com tecnologia né???”

A resposta não poderia ser outra, afinal, é a área com a qual mais me identifico, é o que leio e estudo, o minicurso foi sim relacionado à tecnologia, e, para minha surpresa, chegando lá, havia bem mais gente do que eu esperava.

Foi uma experiência única, muito boa mesmo, tinha gente de vários estados, todos atentos às minhas palavras e de olho nas imagens da apresentação que preparei com todo o zelo possível.

Durante o mini-curso, discutimos temas como a inserção das tecnologias da informação na biblioteconomia e nas bibliotecas; o papel do profissional da informação em meio às transformações ocasionadas pelo uso das tecnologias; a cultura do compartilhamento a da transferência de dados; a hipertextualidade e hipermodalidade dos documentos em meio eletrônico; a importância da internet na sociedade atual; os desafios enfrentados pela sociedade por conta da “invasão” tecnológica; além de vários exemplos práticos que foram utilizados no decorrer do curso.

Ao final do curso, e ao final de mais um EREBD, só posso dizer que a experiência foi muito proveitosa. Obrigada a todos que participaram do curso, espero ter contribuído de alguma maneira com a formação de vocês.

Até o próximo minicurso!!!

E até o próximo EREBD!!!

A quem interessar, segue a apresentação: http://www.slideshare.net/Airtiane/as-tecnologias-da-informao-e-a-integrao-sciocultural-o-papel-do-profissional-da-informao-frente-a-ciberculturalidade-presentation

Blogs: uma ferramenta de disseminação da informação

Como prometi no último post, ai vai um post sobre Blogs…

Esta semana tive uma experiência muito positiva, estava em uma atividade de monitoria, com os alunos da disciplina de Informática Aplicada à Biblioteconomia e Ciência da Informação. Foi o que se pode chamar de uma aula prática. Criamos um Blog, explorando as ferramentas do WordPress. A idéia é que os alunos percebam os Blogs como um meio de disseminação de informações. A aula foi muito proveitosa, os alunos criaram seus Blogs, todos com informações relacionadas às áreas de Biblioteconomia e Ciência da informação.

O mais interessante é ver a criatividade dos alunos. Muitos criaram bibliotecas fictícias e se utilizaram do Blog para divulgar seus serviços.

Muitos podem pensar que os Blogs são apenas diários eletrônicos, onde as pessoas contam seus relatos e experiências afetivas. Mas os Blogs são mais que isso, e atualmente vem ganhando maior visibilidade, sobretudo na classe acadêmica, que, através dos Blogs, trocam informações sobre os mais diversos assuntos.

Como bibliotecário tem mania de dizer que trabalha onde tem informação, taí um “novo” campo de atuação para a classe biblioteconômica.

MP3: Crime ou Propaganda Gratuita?

A música sempre esteve presente na vida das pessoas, antes mesmo da invenção de instrumentos e dos inúmeros suportes que dispomos hoje. Em tempos remotos, quando ainda não existiam gravadoras ou leis que cobrassem para que pudéssemos escutá-las, as músicas eram feitas de maneira prazerosa, sem cobranças e sem obrigações. Fazia-se música pelo simples prazer de fazê-la. O pagamento não era em cachê ou em percentuais injustos, pagava-se de maneira mais valiosa, com o reconhecimento do trabalho do artista. Há quem diga que aplausos não enchem barriga, de certo não enchem mesmo. Mas aplausos ecoam gratuitamente, levando o nome do artista a terras desconhecidas por ele. E essa propaganda enche barriga sim, pois é ela que vai fazer a agenda do artista.

Muitas discussões sobre a “pirataria” musical são presenciadas na mídia. Gravadoras e até mesmo artista denunciam a prática de compartilhamento de áudio na Web. Por parte das gravadoras é normal e até aceitável tal denúncia, pois todos sabemos como funciona a divisão dos lucros com a venda de cd’s. Já por parte dos artistas, não se pode dizer o mesmo, pois sabemos que seus maiores rendimentos são provindos de shows e não da venda de cd’s.

As gravadoras reclamam o reconhecimento do artista, o tão aclamado direito autoral, afirmando que o compartilhamento das músicas via Internet “rouba” esse reconhecimento. Mas pensemos no fato como ele é…

Se você baixa uma música na Internet é porque deseja ouvi-la, ou estou errada?

Se você deseja ouvir esta música, certamente ouviu algo a respeito dela e, provavelmente, de seu autor.

Se você baixou a música e gostou, não vai se conter, certamente vai passá-la a um amigo, parente ou namorado(a). Que por sua vez repetirá o processo.

O artista já é conhecido por um grupo bem maior de pessoas, um dos integrantes desse grupo fica sabendo pela Internet, talvez em um grupo de discussão, comunidade ou blog (assuntos dos próximos posts), que vai ter show dele na cidade. Como ele já está em rede, imediatamnete ele faz a propaganda para todos os amigos, que supostamente irão lotar o show, graças ao MP3 que um deles baixou gratuitamente.

Analisando a situação pelo ângulo real, pergunto:

Os MP3 “roubam” o merecido reconhecimento do autor?

Após o compartilhamento gratuito de áudio, morrerão os artistas de fome?

Segurança da Informação

Vivemos na chamada Era da Informação, onde as informações são produzidas cada vez mais rápido e em números ainda maiores, exigindo assim maior atenção para com a segurança das informações pessoais e sigilosas. Para manter essas informações seguras o meio mais comum é a utilização de códigos secretos e senhas. Como o ser humano possui suas limitações cognitivas, acaba por escolher códigos e senhas mais fáceis às mais seguras, ou ainda, escolher uma única senha para vários sistemas diferentes, pondo em risco as suas informações.

Os hackers se utilizam dessas limitações humanas para burlar os sistemas e beneficiar-se com as informações pessoais buscando tirar proveito financeiramente, ou simplesmente invadir informações confidenciais a fim de causar constrangimento. Para evitar essas invasões freqüentes é preciso evitar a repetição da mesma senha para vários sistemas, além de escolher senhas mais complexas, e portanto mais seguras, contendo letras, números e símbolos.

Mas uma senha segura no mundo tecnológico exige uma memorização que vai além da que a capacidade cognitiva humana possui. Levando em consideração esta discrepância, entre mundo humano e mundo tecnológico, qual a melhor solução para manter seguras as informações sigilosas?

Uma aula sobre ontologias…

Vista na teoria, Ontologia(s) é resumidamente um novo modelo de representação do conhecimento na Web, uma nova forma de classificação. Mas ontem eu tive uma aula prática sobre ontologias e vi que é bem mais que isso.

Pra começar, ela não surgiu do nada, sozinha. Ela vem agregada de conceitos, propriedades, axiomas, instâncias e regras. Parece complexo né? No início também achei, mas depois as idéias foram clareando.

A verdade é que o uso de ontologias acaba sendo até mais fácil que a classificação hierárquica tradicional, pois nesta última é preciso repetir o mesmo termo várias vezes e várias vezes relacioná-lo a outros. Na classificação por ontologias não, basta acrescentar cada termo uma única vez e a partir deste fazer as relações desejadas, ah e podem ser feitas infinitas relações em um espaço de tempo bem menor.

Como iniciei meu estudo prático sobre ontologia agora, a única coisa que posso afirmar é que essa nova forma de representar o conhecimento é sobretudo instigante, e para os amantes da Web Semântica é um prato cheio.