Twitter

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Em tempos de Twitter todo mundo se pergunta o que é e o que faz essa nova ferramenta da web.

Foi na tentativa de responder esta e outras várias perguntas sobre o tão falado Twitter, que Juliano Spyer resolveu escrever o livro “Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)”.

O livro já está disponível para download, acabei de baixar o meu e pelo que pude ver é bem interessante para quem quer entender a twitosfera.

Aos interessados em conhecer e entender o twitter, fica a dica.

Boa leitura!!!

Dica da semana

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Semana passada foi lançado o e-book “Para entender a internet: noções, práticas e desafios da comunicação em rede”.

O livro foi organizado pelo blogueiro Juliano Spyer e escrito de forma colaborativa por cerca de 38 pessoas diferentes, dentre as quais tiveram participação Alex Primo, Ronaldo Lemos e Sérgio Amadeu.

“Para entender a internet: noções, práticas e desafios da comunicação em rede” trata de assuntos como direitos autorais, p2p, inclusão digital, projeto de lei de controle da web, interatividade e vários outros.

A obra está licenciada pelo Creative Commons e está disponível gratuitamente para download nos seguintes endereços:

http://stoa.usp.br/oerworkshop/files/1333/7925/Para+entender+a+Internet.pdf

http://www.next.icict.fiocruz.br/arquivos/Para+entender+a+Internet.pdf

Boa leitua!!!

Voltando…

Olha ai gente, fui brincar com coisa séria, deu pau no PC, mas tem problema não, já tô de volta e com post novo.

Na última quarta-feira, 18 de março, houve uma palestra, na verdade uma mesa redonda sobre Tecnologias da Informação e Biblioteconomia. A mesa redonda aconteceu nas dependências da UFC – Universidade Federal do Ceará, mais precisamente, no auditório da ADUFC – Associação dos Docentes da UFC.

Na ocasião estavam presentes alunos e professores do curso de Biblioteconomia. A mesa estava composta por Gustavo Henn – mestrando em Ciência da Informação pela UFPB, bibliotecário pela UFPE e escritor do livro “Biblioteconomia para concursos”, Geisa – professora do curso de Biblioteconomia da UFPB e Cauê Araújo – aluno do curso de Biblioteconomia pela UFC.

Recebi o convite para integrar a mesa juntamente com os nomes supracitados, mas tive uma reunião (a qual não poderia faltar) pouco antes  do evento e só pude chegar ao auditório no momento exato de seu início.

Os integrantes da mesa abordaram assuntos como a utilização de serviços digitais e colaborativos em bibliotecas – como blogs, comunidades virtuais, dentre outros; relataram a experiência de Moreno Barros com o uso do Twitter na Universidade Federal do Rio de Janeiro; a implantação de um wiki em uma disciplina do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará; a polêmica sobre o fim do livro, os possíveis rumos da biblioteconomia e dos bibliotecários com a massificação do uso das tecnologias.

O evento foi bem proveitoso, contou com intervenções da platéia e possibilitou uma discussão bem positiva, sobretudo acerca dos rumos da Biblioteconomia.

Tudo indica que outros eventos como este virão em breve. Assim espero.

Ah, da próxima vez farei o possível para integrar a mesa.

Blogs: uma ferramenta de disseminação da informação

Como prometi no último post, ai vai um post sobre Blogs…

Esta semana tive uma experiência muito positiva, estava em uma atividade de monitoria, com os alunos da disciplina de Informática Aplicada à Biblioteconomia e Ciência da Informação. Foi o que se pode chamar de uma aula prática. Criamos um Blog, explorando as ferramentas do WordPress. A idéia é que os alunos percebam os Blogs como um meio de disseminação de informações. A aula foi muito proveitosa, os alunos criaram seus Blogs, todos com informações relacionadas às áreas de Biblioteconomia e Ciência da informação.

O mais interessante é ver a criatividade dos alunos. Muitos criaram bibliotecas fictícias e se utilizaram do Blog para divulgar seus serviços.

Muitos podem pensar que os Blogs são apenas diários eletrônicos, onde as pessoas contam seus relatos e experiências afetivas. Mas os Blogs são mais que isso, e atualmente vem ganhando maior visibilidade, sobretudo na classe acadêmica, que, através dos Blogs, trocam informações sobre os mais diversos assuntos.

Como bibliotecário tem mania de dizer que trabalha onde tem informação, taí um “novo” campo de atuação para a classe biblioteconômica.

MP3: Crime ou Propaganda Gratuita?

A música sempre esteve presente na vida das pessoas, antes mesmo da invenção de instrumentos e dos inúmeros suportes que dispomos hoje. Em tempos remotos, quando ainda não existiam gravadoras ou leis que cobrassem para que pudéssemos escutá-las, as músicas eram feitas de maneira prazerosa, sem cobranças e sem obrigações. Fazia-se música pelo simples prazer de fazê-la. O pagamento não era em cachê ou em percentuais injustos, pagava-se de maneira mais valiosa, com o reconhecimento do trabalho do artista. Há quem diga que aplausos não enchem barriga, de certo não enchem mesmo. Mas aplausos ecoam gratuitamente, levando o nome do artista a terras desconhecidas por ele. E essa propaganda enche barriga sim, pois é ela que vai fazer a agenda do artista.

Muitas discussões sobre a “pirataria” musical são presenciadas na mídia. Gravadoras e até mesmo artista denunciam a prática de compartilhamento de áudio na Web. Por parte das gravadoras é normal e até aceitável tal denúncia, pois todos sabemos como funciona a divisão dos lucros com a venda de cd’s. Já por parte dos artistas, não se pode dizer o mesmo, pois sabemos que seus maiores rendimentos são provindos de shows e não da venda de cd’s.

As gravadoras reclamam o reconhecimento do artista, o tão aclamado direito autoral, afirmando que o compartilhamento das músicas via Internet “rouba” esse reconhecimento. Mas pensemos no fato como ele é…

Se você baixa uma música na Internet é porque deseja ouvi-la, ou estou errada?

Se você deseja ouvir esta música, certamente ouviu algo a respeito dela e, provavelmente, de seu autor.

Se você baixou a música e gostou, não vai se conter, certamente vai passá-la a um amigo, parente ou namorado(a). Que por sua vez repetirá o processo.

O artista já é conhecido por um grupo bem maior de pessoas, um dos integrantes desse grupo fica sabendo pela Internet, talvez em um grupo de discussão, comunidade ou blog (assuntos dos próximos posts), que vai ter show dele na cidade. Como ele já está em rede, imediatamnete ele faz a propaganda para todos os amigos, que supostamente irão lotar o show, graças ao MP3 que um deles baixou gratuitamente.

Analisando a situação pelo ângulo real, pergunto:

Os MP3 “roubam” o merecido reconhecimento do autor?

Após o compartilhamento gratuito de áudio, morrerão os artistas de fome?

Uma aula sobre ontologias…

Vista na teoria, Ontologia(s) é resumidamente um novo modelo de representação do conhecimento na Web, uma nova forma de classificação. Mas ontem eu tive uma aula prática sobre ontologias e vi que é bem mais que isso.

Pra começar, ela não surgiu do nada, sozinha. Ela vem agregada de conceitos, propriedades, axiomas, instâncias e regras. Parece complexo né? No início também achei, mas depois as idéias foram clareando.

A verdade é que o uso de ontologias acaba sendo até mais fácil que a classificação hierárquica tradicional, pois nesta última é preciso repetir o mesmo termo várias vezes e várias vezes relacioná-lo a outros. Na classificação por ontologias não, basta acrescentar cada termo uma única vez e a partir deste fazer as relações desejadas, ah e podem ser feitas infinitas relações em um espaço de tempo bem menor.

Como iniciei meu estudo prático sobre ontologia agora, a única coisa que posso afirmar é que essa nova forma de representar o conhecimento é sobretudo instigante, e para os amantes da Web Semântica é um prato cheio.