Voltando…

Olha ai gente, fui brincar com coisa séria, deu pau no PC, mas tem problema não, já tô de volta e com post novo.

Na última quarta-feira, 18 de março, houve uma palestra, na verdade uma mesa redonda sobre Tecnologias da Informação e Biblioteconomia. A mesa redonda aconteceu nas dependências da UFC – Universidade Federal do Ceará, mais precisamente, no auditório da ADUFC – Associação dos Docentes da UFC.

Na ocasião estavam presentes alunos e professores do curso de Biblioteconomia. A mesa estava composta por Gustavo Henn – mestrando em Ciência da Informação pela UFPB, bibliotecário pela UFPE e escritor do livro “Biblioteconomia para concursos”, Geisa – professora do curso de Biblioteconomia da UFPB e Cauê Araújo – aluno do curso de Biblioteconomia pela UFC.

Recebi o convite para integrar a mesa juntamente com os nomes supracitados, mas tive uma reunião (a qual não poderia faltar) pouco antes  do evento e só pude chegar ao auditório no momento exato de seu início.

Os integrantes da mesa abordaram assuntos como a utilização de serviços digitais e colaborativos em bibliotecas – como blogs, comunidades virtuais, dentre outros; relataram a experiência de Moreno Barros com o uso do Twitter na Universidade Federal do Rio de Janeiro; a implantação de um wiki em uma disciplina do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará; a polêmica sobre o fim do livro, os possíveis rumos da biblioteconomia e dos bibliotecários com a massificação do uso das tecnologias.

O evento foi bem proveitoso, contou com intervenções da platéia e possibilitou uma discussão bem positiva, sobretudo acerca dos rumos da Biblioteconomia.

Tudo indica que outros eventos como este virão em breve. Assim espero.

Ah, da próxima vez farei o possível para integrar a mesa.

Uma aula sobre ontologias…

Vista na teoria, Ontologia(s) é resumidamente um novo modelo de representação do conhecimento na Web, uma nova forma de classificação. Mas ontem eu tive uma aula prática sobre ontologias e vi que é bem mais que isso.

Pra começar, ela não surgiu do nada, sozinha. Ela vem agregada de conceitos, propriedades, axiomas, instâncias e regras. Parece complexo né? No início também achei, mas depois as idéias foram clareando.

A verdade é que o uso de ontologias acaba sendo até mais fácil que a classificação hierárquica tradicional, pois nesta última é preciso repetir o mesmo termo várias vezes e várias vezes relacioná-lo a outros. Na classificação por ontologias não, basta acrescentar cada termo uma única vez e a partir deste fazer as relações desejadas, ah e podem ser feitas infinitas relações em um espaço de tempo bem menor.

Como iniciei meu estudo prático sobre ontologia agora, a única coisa que posso afirmar é que essa nova forma de representar o conhecimento é sobretudo instigante, e para os amantes da Web Semântica é um prato cheio.

Tecnologias da Informação

No último dia 17 de março foi realizada no Departamento de Ciências da Informação (DCI) da Universidade Federal do Ceará (UFC) a seleção para o Programa de Iniciação à Docência, também conhecido como monitoria. A seleção foi para preencher vagas em quatro áreas: Fundamentação Teórica em Biblioteconomia e Ciências da Informação, Análise e Tratamento da Informação, Iniciação à Pesquisa e Tecnologia da Informação, sendo esta última a área para qual me inscrevi.

Após analisar o conteúdo programático sugerido e selecionar o material que seria utilizado, li algumas coisas bem interessantes sobre os temas e assuntos da área. Dentre os assuntos estudados posso citar o uso de ontologias na classificação do conhecimento, o formato Dublin Core que utiliza metadados para a descrição de objetos na Web, a importância da Internet e do WWW na disseminação da informação, a questão dos direitos autorais (Copyrigt X Copyleft) com a disponibilização de documentos no meio eletrônico, a (in)segurança na rede, a Web Semântica e seu novo formato de atribuir sentido aos conteúdos disponíveis na Internet, e a formação das Redes Sociais.

Temas como estes, assim como outros estudados que não citei, estão cada vez mais sendo discutidos e abordados dentro e fora de sala de aula, isso se dá pelo fato de as tecnologias da informação (há quem queira e prefira chamá-las de novas, mas devido à sua temporalidade prefiro deixar o “novas” de lado) estarem cada dia mais presentes e se fazerem cada vez mais necessárias.

Como o mar de informações em que nos banhamos se aproxima a cada segundo da areia, cabe a nós (não só profissionais da informação, mas principalmente estes) conhecer estas ferramentas para a partir daí mergulhar sem medo de se afogar.